O Dízimo

O "Dízimo" cobrados pelos líderes religiosos é, flagrantemente,
um Estelionato Espiritual, além de ser anti-bíblico

O "Dízimo" cobrados pelos líderes religiosos é, flagrantemente,
um Estelionato Espiritual, além de ser anti-bíblico
O que é o dízimo?
A maioria afirma que é contribuir, dando para as igrejas da qual faz parte,
“um décimo de tudo que se ganha em dinheiro".
Algumas Igrejas chegam ao ponto de cobrar o dízimo dos fieis, por lhes
fazer perguntas sobre o montante da renda familiar, exigindo comprovantes
da renda e fazendo-os assinarem recibos ou procurações para
débito em conta.
Outras, de modo menos agressivo, apenas sugerem a “obrigatoriedade”
dos pagamentos mensais, mas não vasculham a vida financeira do fiel.
Em todos os casos, porém, todas as igrejas afirmam que, caso o fiel não
pague em dia o dízimo, “irão arder para sempre no fogo do inferno”.
Desta forma o fiel fica preso à esse costume e sente que está “pecando”
por não dar o seu dinheiro às Igrejas que freqüentam.
Em todos os cultos evangélicos, por exemplo, o assunto sobre o dízimo é
uma constante inquestionável e não importa qual o tema proposto para
a seção do dia (na maioria das vezes de “curas” ou “distribuição de bênçãos”),
lá estará o assunto do dízimo, sendo cobrado quer de forma ostensiva,
quer de forma indireta.
Os pastores evangélicos e os padres católicos justificam o dízimo como
sendo uma “obrigação dos cristãos” baseado na Bíblia e, portanto, uma
“instituição sagrada”. Dizem que o dízimo está na Lei de Deus e não
aceitam questionamentos sobre ele.
Mas será que Deus, o instituidor do cristianismo, através de seu filho Jesus
pretendia que fosse assim? Será que o Dízimo, como é cobrado hoje em dia,
é uma Lei Bíblica para os cristãos?
A resposta é não. Vamos ver aqui, que o “dízimo” que as Igrejas cobram
atualmente não tem base bíblica alguma. Veremos também que o
dízimo obrigatório dos tempos bíblicos em nada se parecia com o atual.
Vamos conhecer então o dízimo da Lei Mosaica:
O Dízimo Não Era Pago Obrigatoriamente em Dinheiro
Realmente o dízimo era parte dum código de leis dadas por Deus, mediante
Moisés, à antiga nação de Israel. Mas veja como era esse dízimo:
A lei do dízimo exigia que doze tribos de Israel sustentassem uma 13 a tribo,
a dos levitas sacerdotais. Os levitas eram os sacerdotes da tribo de Israel,
escolhidos por Deus, mas que não tinham herança de terras. Assim eles não
precisavam trabalhar em terras para se sustentarem.
Isto habilitava os levitas a concentrar-se apenas nas necessidades espirituais
daquela nação (veja isso em Números 18:21-30). Isso significaria que os
levitas ficariam ricos por acumularem riquezas oriundas das outras tribos? Não.
Sendo Israel um povo agrícola, não se exigia que os israelitas pagassem o
dízimo em dinheiro. Antes, o dízimo deveria provir dos produtos do solo, e do
aumento do gado. Assim, os levitas recebiam o suficiente apenas para se
sustentarem.
Um décimo dos produtos da terra e das árvores frutíferas e, pelo visto, do
aumento das manadas e dos rebanhos, era levado ao santuário e entregue
aos levitas, que não haviam recebido herança na terra. Estes, por sua vez,
davam um décimo do que recebiam, para sustentar o sacerdócio arônico.
Evidentemente, antes de se tirar o dízimo, os cereais eram debulhados e os
frutos da videira e da oliveira eram convertidos em vinho e em azeite.
Assim, os levitas recebiam o suficiente apenas para se sustentarem.
Isso não era feito mensalmente, mas a cada colheita.
Embora nem todo israelita pudesse fazer parte do sacerdócio, todos podiam
compartilhar em sustentar o serviço sacerdotal por meio do dízimo.
Se Fosse em Dinheiro, Era de Vinte (e não Dez) Por Cento.
Os israelitas podiam pagar em dinheiro, CASO DESEJASSEM, mas, visto que
era dos produtos agrícolas ou do gado que iria retirar o dízimo, ele tinha
de pagar 20 por cento a mais do que o valor dos produtos ( Levítico 27:30-33).
A ordem de Deus sobre o dízimo era um assunto sério. Caso o israelita, por
engano, utilizasse para si parte do que iria dar como dízimo, então ele tinha
de reparar seu erro. Como? Por dar 20 por cento extras e oferecer um
sacrifício animal por sua culpa (Levítico 5:14-16).
Outros Dízimos Faziam Parte da Mesma Lei:
Havia também outros dízimos. Um deles era guardado pelas famílias
para quando o povo se reunia nas suas festividades em Jerusalém.
E se a distância até Jerusalém fosse grande demais para o transporte
conveniente desse dízimo? Neste caso, os cereais, o vinho novo, o azeite
e os animais eram convertidos em dinheiro, o qual podia ser facilmente
transportado (Deuteronômio 12:4-18 e Deuteronômio 14:22-27).
Uma vez em Jerusalém esse dinheiro era re-convertido no produtos originais.
Outro dízimo era pago no fim de cada terceiro e de cada sexto ano do ciclo
sabático de sete anos. Era destinado também aos residentes forasteiros,
às viúvas e aos meninos órfãos de pai (Deuteronômio 14:28, 29 e
Deuteronômio 26:12).
Não Havia Penalidades para quem não Pagasse o Dízimo
Sob a Lei, não existia penalidade por não se pagar o dízimo, mas o povo
estava sob forte obrigação moral de dar dízimos.
Às vezes, o povo tinha de dizer perante Ele que os dízimos haviam sido
pagos integralmente (Deuteronômio 26:13-15) e qualquer coisa retida
indevidamente era considerada algo roubado de Deus (Malaquias 3:7-9).
Mas, porque era “algo roubado de Deus”, uma vez que Ele mesmo não
precisava daquilo? É que se o sacerdócio não recebesse o suficiente para
se sustentar, teria que trabalhar para isso. Assim as suas obrigações
sacerdotais seriam negligenciadas e o povo todo sofria com a falta de
orientação espiritual.
O Dízimo Verdadeiro Seria Impraticável Nos dias de Hoje.
Tudo isto achava-se incluído na lei de Deus sobre o dízimo. Portanto, este
se ajustava às circunstâncias daquele povo naquele momento. Era um arranjo
feito pelo próprio Deus, para o antigo modo de vida do seu povo e de forma
alguma poderia ser aplicado nos dias de hoje, dadas as circunstâncias
atuais. Vejam o absurdo que seria se o dízimo bíblico vigorasse hoje:
Caso fosse cobrado hoje da correta forma como era antes, seria praticamente
inexistente nas cidades, pois não previa o pagamento sobre o salário
dos trabalhadores. Poderia ser cobrado nas fazendas, e apenas
dos donos destas, não dos empregados, sobre as colheitas e sobre
o aumento (e não sobre a totalidade) do gado. A Lei do Dízimo também
previa, como veremos a seguir, outros pagamentos obrigatórios para
serem usados nas festividades (também obrigatórias) em Jerusalém,
hoje capital de Israel, no Oriente Médio. Isso significaria que os cristãos
do mundo todo teriam que ir pra lá, 3 vezes ao ano, para comemorarem
festividades judaicas, como se fossem judeus ainda esperando pela
vinda do prometido Messias (veja Deuteronômio 16:16).
De fato, o dízimo bíblico é impraticável nos dias de hoje.
Isso posto pode-se perguntar: Qual é a semelhança do dízimo bíblico com
o dízimo atual? Nenhuma.
Então, de onde será que os líderes religiosos da atualidade retiraram a
Idéia de que o dízimo que cobram é bíblico? Só pode ser da própria cabeça
ou de interpretações equivocadas, de má fé, da Bíblia. Alguns pastores
dizem (mas sem poder provar), quando ficam sabendo disso que essa
forma de pagamento foi substituída por “dízimos em dinheiro” a partir
do tempo de Cristo. Mas seria isso correto? Não.
Vamos analisar o dízimo bíblico nos tempos de Cristo:
Uma Mudança na Lei Mosaica Que Aboliu a Lei do Dízimo
As condições do povo israelita, no tempo de Cristo já estavam diferentes
das dos tempos de Moisés. Todavia o povo ainda era obrigado a observar
a Lei Mosaica em todos os seus aspectos. Por exemplo, o próprio Jesus
foi circuncidado no sétimo dia de vida, segundo exigia a Lei. Na verdade,
até a sua morte sacrificial, Jesus cumpriu integralmente a Lei e isso se referia
também ao dízimo. O povo tinha que pagar o dízimo para o Templo de
Jerusalém (agora dominado por fariseus e outros), conforme a Lei exigia.
O próprio Jesus ficou observando o povo no Templo doando seu dinheiro
e não denunciou que isso era errado. Todavia não lemos em parte alguma
da Bíblia que Jesus cobrava dízimos para si próprio.
Alguns anos depois da ressurreição de Jesus, não-judeus incircuncisos foram
convertidos ao cristianismo. “É necessário circuncidá-los e adverti-los que
observem a lei de Moisés”.
Alguns cristãos judaicos discordaram disso (Atos 15:5).
Outros concordaram. Assim, os apóstolos de Jesus e outros cristãos
experientes se reuniram em Jerusalém para discutir essa questão.
Queriam discernir a vontade de Deus. Será que Ele exigia que os
seguidores de Cristo seguissem a lei de Moisés, que incluía o dízimo?
Relataram-se experiências que mostravam uma mudança no modo de
Deus lidar com os não-judeus, e isto foi comprovado pela própria Palavra
profética de Deus (Atos 15:6-21). O que decidiram?
Uma Reunião, Inspirada Por Deus, Aboliu a Lei do Dízimo:
A reunião chegou a uma conclusão unânime. Não se devia sobrecarregar
os cristãos com a lei de Moisés, naturalmente desproporcionais para
aquela ocasião. Havia, porém, algumas “coisas necessárias” da lei que
tinham de ser obedecidas. Era o dízimo uma delas? Não.
A decisão inspirada por Deus reza: “Pareceu bem ao espírito santo e a nós
mesmos não vos acrescentar nenhum fardo adicional, exceto as seguintes
coisas necessárias: de persistirdes em abster-vos de coisas sacrificadas
a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação.”
(Atos 15:25, 28, 29).
É interessante que a lei de Deus sobre o dízimo não foi alistada entre as
“coisas necessárias” para os cristãos. Pelo contrário, o dízimo foi, junto com
outras coisas abolidas da Lei, considerado como “fardos” desnecessários e
difíceis de serem praticados.
Uma Explicação Adicional:
Mais tarde, o apóstolo Paulo explicou que o pacto da lei de Deus com Israel
tinha sido abolido pela morte de Jesus. “[Deus] apagou o documento manuscrito”,
disse ele, ‘e Ele o tirou do caminho por pregá-lo na estaca de tortura”
(Colossenses 2:14).
Isto não significa que os cristãos não disponham de nenhuma lei. Antes,
houve uma mudança de lei, que agora envolve “a lei do Cristo” (Gálatas 6:2 e
Hebreus 7:12).
Paulo Não Cobrava Dízimos e nem Usava as Contribuições:
O apóstolo Paulo vivia em harmonia com esta mudança de lei.
Embora trabalhasse arduamente na formação de uma congregação após
outra, jamais pediu ser pago, sob a forma de dízimos. Antes, dispunha-se a
cobrir suas próprias despesas por trabalhar como fabricante de tendas,
por tempo parcial (Atos 18:3, 4). Com toda a honestidade, podia dizer:
“Estas mãos têm cuidado das minhas necessidades, bem como das
daqueles que estavam comigo.” — Atos 20:34.
As contribuições que as congregações recebiam eram espontâneas e
usadas por todos os membros destas, segundo suas necessidades.
E as contribuições eram dadas também segundo as necessidades das
pessoas que freqüentavam essas congregações. Jamais se concentravam
nas mãos de algumas pessoas ou mesmo dos Apóstolos.
O Dízimo Abolido.
Assim, segundo a Bíblia, os primeiros cristãos não estavam mais sob a
obrigação de pagarem o dízimo para os apóstolos, embora pudessem
contribuir voluntariamente com seus irmãos mais necessitados, não
necessariamente lhes dando dinheiro, mas com outras provisões.
E, segundo a Bíblia, o antigo dízimo, cobrado dos judeus estava abolido
para os cristãos. Não foi nem sequer substituído, conforme alegam hoje.
alguns. Os primeiros cristãos não confundiram donativos voluntários com
dízimo obrigatório e nem ajuda à irmãos com pagamentos à líderes religiosos,
até porque entre os cristãos não existe ninguém “líder” entre os demais.
Mesmo assim, os líderes atuais da atualidade (a exemplo daqueles que
se recusaram a aceitarem o cristianismo nos tempos apostólicos) continuam
cobrando dízimos das pessoas. Pior. Eles refinaram o modo como cobram
essas taxas, fazendo com que estas não se pareçam em nada com o
antigo dízimo, embora digam que “é o mesmo”.
Vamos analisar como é o “dízimo” atual, cobrado pelos líderes religiosos
para vermos que, bem diferente de ser um arranjo de Deus, trata-se de
uma forma de enriquecimento usada por pessoas gananciosas
O “Dízimo” Atual = Estelionato Espiritual:
Invariavelmente os líderes religiosos da atualidade (e para ser um líder
desses é preciso apenas investir em alguma “sala de reuniões” para
chamarem-na de Igreja e em decorações de alguns textos bíblicos) se
utilizam do “dízimo bíblico” para justificarem a cobrança que fazem
junto aos seus fieis. E esses fieis, conforme já vimos no assunto sobre
as “curas milagrosas”, não tem interesse em abrir os olhos para a
verdade, uma vez que estão pagando seus líderes na esperança de
“melhorarem de vida”.
Assim, aparecem cada vez mais espertalhões que percebem que
podem enriquecer apenas pedindo dinheiro para os outros e dizendo
que “estão dando para Deus” ou que é “uma obrigação cristã”.
A ignorância popular quanto aos assuntos bíblicos ajuda na ploriferação
desse tipo de “líder” religioso.
Os próprios líderes religiosos, cobradores de dízimo, não conhecem
sobre o assunto. E mesmo que conhecessem não ousam dizer que
o que estão fazendo é errado (caso contrário acaba-se o seu meio de vida).
Vamos refuta-los aqui, em alguns de seus argumentos mais comuns,
Conforme forem sendo postados nos comentários, que se utilizam para
justificar o dízimo:
Argumentos Refutados
Os pastores (e também padres) não podem encontrar nas Escrituras dos
tempos cristãos, um único texto que dê aval à cobrança de dízimos entre
os cristãos. O texto que mostra que os Apóstolos tinham uma “caixa
de dinheiro”, cuidada por Judas Iscariotes (João 12:4-6), não justifica
nenhuma cobrança, pois era de dinheiro dos próprios Apóstolos.
Então os líderes religiosos tem que utilizar-se de interpretações de textos
mais antigos, sem contudo se aprofundarem no assunto:
1 - Muitos pastores utilizam-se somente da passagem bíblica onde se diz
Que Abraão deu a Melquisedeque, então sacerdote de Salém, um
Décimo de tudo o que tinha para justificar a sua cobrança de
dízimos (Gênesis 14:17-20).
Mas é isso correto? Não Se o fiel pagador parasse para pensar veria que
esse texto nada tem a ver com o dízimo bíblico e nem com o que
cobra atualmente:
Primeiro porque Abraão não estava sob a Lei, que só seria dada a
Moisés muitos anos depois. E depois porque Abraão fez isso
voluntariamente, para agradecer pelo pão e vinho recebido (Isaque,
seu filho e seu neto Jacó, não repetiram esse gesto para nenhum outro
sacerdote, embora Jacó tivesse resolvido dar um décimo “para Deus”
de tudo o que Este te desse – Gênesis 14:18-20. E também nesse caso
não havia uma imposição) . E as ofertas "dadas para Deus" eram
queimadas e não repassadas para algum sacerdote.
Continua...
Reclamações:
armcintra@gmail.com
Excluído um comentário de um "anônimo" da Igreja Universal (IURD). Motivo: Não comentou sobre o assunto de maneira decente (utilizou-se apenas de risadas) e postou um link de propaganda de web designer para a confecção de sites e blogs.
ResponderExcluirMuito se questiona a favor e contra os dizimos! Mas quero dar um testemunho! Sou dizimista a mais de doze anos! E tenho sido abençoando grandiosanente! Me limitando a bens materiais, consegui em doze anos o que não havia conseguido em mais de trinta. E vejo o mesmo acontecendo com as pessoas que me cercam!
ResponderExcluirE com relação a bençãos espirituais, são muito maiores ainda!
Como anda sua vida? Hoje tenho doutorado, uma bela casa, um belo carro, grandes amigos, e o principal, a certeza da salvação em Cristo Jesus! É, a conversão também chegou ao bolso! Além dos dízimos também invisto em missões! E Muitas almas tem sido arrancadas das portas do inferno, e depositadas no altar do Senhor! Com certeza dizimo é benção, por mais que digam ao contrário...
Respondendo ao "anônimo" acima, que diz ser dizimista a 12 anos:
ResponderExcluirDízimo é bênção sim... Mas só para quem o recebe, rs!
O senhor é mais um que confunde casas, carro e outros bens materiais com bênçãos divinas.
Ter doutorado é bênção divina? Não. É o resultado de estudos. Não estude para ver se consegue algum diploma.
Todo mundo sabe (menos os trouxas) que essas coisas são fruto do trabalho pessoal de cada um. Há pessoas que são riquíssimas e nem por isso são crentes em Deus ou pagam dízimos pra Igrejas. No caso desses, a vida maravilhosa que levam é o que? É bênção? Se for então não é preciso pagar dízimos pra obter bens materiais.
E o senhor também reflete aquele espírito de preguiça: Não quer saber sobre essas coisas, mais profundamente. Com certeza não leu a matéria acima e já foi comentando com aqueles velhos chavões de pastores evangélicos usados para extorquir dinheiro das pessoas.
Acontece que bênção divina nada tem a ver com bens materiais. Mas como explicar isso para quem só vive pensando em enriquecer?
Perfeito o texto. Sou ateu, mas respeito o cristianismo e as outras religiõs, apesar de ser contra o fundamentalismo e o "comércio da fé". Admiro a sua lucidez. É bom saber que ainda existem pessoas que sabem retirar o que há de bom nas religiões e questionar as distorções.
ResponderExcluirAnônimo[1]. Você pode dizer sim que o dizimo é uma benção, para quem recebe sim, as suas bençãos recebidas não são pelo dizimo, e sim pela sua fé e confiança o dizimo poderia ser chamado de caridade e ser dado a quem precisa acredito que Jesus ensinou assim.
ResponderExcluirRespondendo ao anônimo que disse que o dízimo é "uma bênção"!
ResponderExcluirCom certeza que é! É uma benção para quem o recebe MAS NÃO É PARA QUEM O DÁ!
E se, conforme você mesmo disse, as bênçãos não são recebidas pelo dízimo que se paga, porque pagá-lo então?
Dar para quem precisa? Você mesmo poderia dar diretamente alguma ajuda para quem precisa. Não é preciso dar para um pastor para que ele repasse, não concorda?
Gostei da explanação, apesar de ser evangélico, vejo o dizimo da mesma forma como você explicou. Na verdade, o assunto dizimo nas igrejas é um imenso tabu. Já imaginou se o que você explicou fosse levado para dentro das igrejas? É a mesma coisa que querer tirar os santos da igreja católica. Os padres reconhecem que os santos nada mais são que ídolos, mas não passam essa verdade para os devotos. Enfim vivemos o relativismo religioso. Viver integramente a ética do reino não traz dinheiro. Existe um conformismo dentro da igrejas que assusta, quem gosta da verdade? Somente aqueles que vivem como Cristo. Como mudar o status quo? É necessário ousadia e coragem para mudar o que foi ensinado durante séculos.
ResponderExcluirRespondendoao Momento Certo:
ExcluirEstá aí a explicação do porque que as religiões ainda persistem. Elas são mantidas pelo marasmo das pessoas que se recusam a admitir o erro. E mesmo aqueles que conhecem os erros e sabem que elas, as religiões estão erradas (como é o seu caso) ainda permanecem nelas.
Tem razão em dizer que o assunto é tabu. Mas é só para aqueles que persistem na cegueira. Para aqueles que enxergam a verdade (como no seu caso) e resolvem viver a verdade é fácil imaginar o que aconteceria se o que foi explicado aqui fosse levado para dentro das igrejas: Elas não teriam mais como justificar a arrecadação ($$$) e isso seria uma admissão de que são apenas instituições financeiras que nada tem a ver com fé ou cristianismo.
É claro que os pastores sabem que o dízimo cobrado por eles é só a "receita" com a qual mantém suas vidas. Mas também é claro que eles não vão dizer isso aos seus "contribuintes", pois perderiam o meio de vida. Nesse ponto eles são como os padres em relação aos "santos" da igreja.
O mundo seria bem melhor sem as igrejas (Jesus ou qualquer dos apóstolos não fundou nenhuma igreja. Eles pregavam de forma nômade). A espiritualidade também seria bem melhor, pois seria baseada na verdade.
Acredite. Há pessoas, e milhões delas, que vivem da maneira cristã correta, livre da escuridão espiritual que domina as igrejas. E não tem nada de ousado nelas. Elas apenas escolheram o caminho certo e só.